Archive for the 'GNU/Linux' Category

Se gosta de programação…

Se gosta de programação, mas não sabe o que programar para praticar, deixo uma lista de sites onde pode encontrar muitos exercícios para por em prática os seus conhecimentos.

 

Linux ou BSD? Quais as diferenças?

O artigo desta vez mostra-nos algumas diferenças entre estes 2 sistemas operativos, embora a base seja a mesma (ou praticamente a mesma) existem algumas diferenças que podem ajudar o leitor a decidir qual o que pretende instalar. Não pretendo dizer que um é melhor que o outro de modo a influenciar na sua escolha, apenas pretendo mostrar algumas diferenças que acho relevantes.

 

  • Linux usa o GNU General Public Licence (GPL) que permite ao utilizador modificar o seu kernel e distribuir o mesmo, no entanto o utilizador tem que disponibilizar ocódigo fonte. O BSD usa outro tipo de licença, que refere que se o utilizador modificar o kernel e o distribuir, o utilizador não tem que disponibilizar o código todo, ou seja, o código só é disponibilizado se assim o pretender.
  • Enquanto que o código do BSD não é controlado por uma pessoa (ou entidade), mas sim por uma equipa que gere o projecto. Já no Linux é maioritariamente mantido e controlado pelo seu criador, Linus Torvalds.
  • Ambos os sistemas são baseados em UNIX, mas não seguem a sua linha. O Linux foi escrito por Linus Torvalds, o BSD (Ou “Berkeley Software Distribution“) foi inicialmente criado devido a muitas modificações, desenvolvidas na Universidade da Califórnia, Berkeley (daí o seu nome). Se quisermos olhar mais de perto, podemos observar que o BSD é muito semelhante ao UNIX pois segue estritamente as diretivas do UNIX “tradicional”, enquanto o Linux é baseado numa das diretivas do UNIX, o Minix.
  • Tecnicamente, o Linux é o seu kernel. Uma distribuição de Linux não é nada mais do que o kernel mais as aplicações. Se pretende instalar o Linux no seu computador, escolha uma das muitas distribuições existentes (há para todos os gostos e fins). Por outro lado, se pretende instalar o BSD, você instala o kernel e um sistema operativo. Portanto, se instalar um FreeBSD, instala não só o FreeBSD como um sistema operativo completo.
  • Desde que o BSD foi desenvolvido usnado o sistema Ports os utilizadores instalam o mesmo conteúdo quer do source quer dos binários (package).
  • O BSD normalmente não usa o “sistema” chamado de “Bleeding Edge”. Por outro lado, o Linux tem muitas distribuições usando tal sistema. Se escolher um sistema “bleeding edge” terá, como se costuma dizer, uma atualização a cada final de dia.
  • Se pretende um sistema operativo a correr numa máquina acabada de montar, a aposta recaí sobre o Linux, uma vez que este suporta o novo hardware muito mais cedo que o BSD. Atenção que não quer dizer que um seja melhor que o outro, apenas o Linux é o “primeiro” a suportar o hardware.

 

Com estes pontos espero ter ajudado na escolha do seu novo sistema operativo. Mais uma vez repito o que referi mais acima, não pretendo dizer que A é melhor que B (ou vice-versa), apenas quero mostrar algumas diferenças.

OpenSuSE 11.2 – Data de lançamento

Slackware 13

Acabou de sair a última versão de uma grande distribuição de Gnu/Linux, falo portante de Slackware.
Abaixo deixo a nota de lançamento deixada no site oficial:

After one of the most intensive periods of development in Slackware’s history, the long awaited stable release of Slackware 13.0 is ready. This release brings with it many major changes since Slackware 12.2, including a completely reworked collection of X packages (a configuration file for X is no longer needed in most cases), major upgrades to the desktop environments (KDE version 4.2.4 and Xfce version 4.6.1), a new .txz package format with much better compression, and other upgrades all around — to the development system, network services, libraries, and major applications like Firefox and Thunderbird. We think you’ll agree that this version of Slackware was worth the wait. Also, this is the first release of Slackware with native support for the 64-bit x86_64 architecture! Major kudos to Eric Hameleers for all of his work, especially on the 64-bit port.More details may by found in the official announcement and in the release notes.

Please consider supporting the Slackware project by picking up a copy of the Slackware 13.0 release from the Slackware Store. The discs are off to replication, but we’re accepting pre-orders for the official 6 CD set and the DVD. The CD set is the 32-bit x86 release, while the DVD is a special edition dual-sided disc with the 32-bit x86 release on one side and the 64-bit x86_64 release on the other. And, we still have T-shirts and other Slackware stuff there, so have a look around. Thanks to our subscribers and supporters for keeping Slackware going all these years.

Thanks are again due to the Slackware crew, the developers of slackbuilds.org, the community on linuxquestions.org, Slackware IRC channels, and everyone else who helped out with this release.

Have fun, and enjoy the new stable release!

Pat and the Slackware crew

Finalmente!!


F I N A L M E N T E !!

Ao fim de cerca de 2 anos usando no mesmo disco rigido o GNU/Linux e o Windows decidi estar finalmente a sós com o pinguim…

Nestes 2 anos em que tinha o dual-boot, o windows servia apenas para matar o vício dos jogos, mas como agora o portátil já está em casa e tenho uma consola pra jogar, o windows morreu de vez!!
O grande responsável da morte do Windows foi o ArchLinux, uma distribuição escondida entre as demais que está em constante evolução e ganhando cada vez mais adeptos.

Para finalizar, devo dizer que a morte do Windows não foi dolorosa nem deixou marcas, apenas tive de apanhar os vidros espalhados pelo chão do meu quarto… 😛

E você, quanto tempo mais precisa de se adaptar ao mundo do Software Livre?

Aniversário

https://i2.wp.com/macmagazine.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/04/28-geek_cakes01.jpg

Pois é, faz hoje x anos que veio ao mundo mais um ser dentre os outros todos que habitam neste 3º calhau a contar do sol.

O dia, como não podia deixar de ser, passou-se num instante, com algum trabalho e estudo metido ao barulho… Prendas?!? Essas foram escassas, mas das poucas que tive, uma foi dada pela comunidade SusePT… Ofereceram-me a vaga de Moderador. A esta comunidade devo o meu obrigado, não só como prenda de aniversário, mas como foi ela o “motor” do meu inicio no mundo do software livre (GNU/Linux).

Até a proxima!
M.offspring.R

Ubuntu vai ter versão para dispositivos móveis

A Ubuntu Netbook Remix tem data de lançamento agendada para o final de 2008. Com esta nova versão, a Ubuntu passa a dispor de sistemas operativos para computadores ultraportáteis.
A Ubuntu Netbook Remix baseia-se na versão Ubuntu Desktop Edition, sistema operativo em código aberto (open source) que já se encontra disponível para computadores pessoais.

A imprensa de hoje informa que a versão Ubuntu Netbook Remix está preparada para tirar partido dos recém-lançados processadores Atom da Intel.

A Ubuntu Netbook Remix destina-se a smartphones e computadores ultraportáteis.

Review a Zenwalk

logo

Hoje venho falar de uma distribuição um pouco escondida entre as demais… Falo portanto da Zenwalk.

Quando me falaram desta distro, pensei que fosse mais uma entre tantas outras que fizesse o mesmo… Comecei a ler informações sobre a distro e reparei que é baseada em Slackware, logo uma distro super rápida e muito configurável (com isto não digo que as outras não o sejam) o que eu rapidamente concluí: “Era disto que andava à procura. Onde configurasse quase tudo à mão… Sempre se aprende qualquer coisa.“.

Após alguma leitura e muitos “pensamentos” decidi instalar o Zenwalk (ou Zen para os amigos :P). Fui ao site da distro (zenwalk.org) e fiz o download da última versão disponível, neste caso a 5.0 (Standard Edition). Gravei-a num CD e reiniciei o computador para começar o processo.

Instalação:

A instalação do Zen, como seria de esperar, é ao estilo de Slackware, ou seja em modo texto. Para quem anda nestas andanças do Linux há algum tempo, sabe mover-se bem no processo de criação de partições e restantes métodos para a instalação da distro. Ao fim de, aproximadamente, 15 minutos surge o primeiro aviso para reiniciar o computador pressionando o maravilhoso trio CTRL+ALT+DEL. Após este reboot, acabamos de configurar o mínimo da nossa distro, ou seja, configuramos o X (ambiente gráfico), contas de utilizador e mais uma coisinha ou outra. Após estas configurações eis que finalmente aparece o GDM (Gestor de Login do Gnome) para nós iniciarmos a nossa aventura no Zen.

Primeiro Contacto:

Quando entramos pela primeira vez no Zen, somos recebidos pelo XFCE (um ambiente gráfico leve e personalizável). Pode parecer confuso logo nos primeiros contactos, mas depois de aprender os cantos à casa ficamos fascinados com a leveza e personalização do XFCE. Bem mas vamos ao que interessa :P. Pergunta o leitor: “Então e o menu das aplicações, onde está?“, a resposta é muito simples… Tem 2 maneiras: ou carrega no icon do golfinho localizado no canto superior esquerdo, ou pressiona o botão direito do rato na área de trabalho. A partir daí é so andar a percorrer o sistema e observar como é constituído e como funciona.

Para personalizar o seu Zen, poderá fazê-lo de uma maneira simples. Abra o menu, dirija-se a System > Zenpanel. Aqui é o centro de controlo do Zen, pode adicionar contas de utilizadores, adicionar/remover módulos ao kernel, configurar a placa de vídeo e restantes coisas que um administrador de sistema pode fazer.

Se pretender configurar o XFCE, poderá faze através do menu > Settings. Aqui você personaliza o XFCE desde os pés até à ponta dos cabelos :D.

Instalação e Manutenção do sistema:

Como o leitor já deve ter repado depois de andar a explorar o sistema, este vem com poucos software de origem, e para tal, temos a necessidade de instalar os nossos favoritos… Este processo não é nada complicado.. Podemos instalar o software de maneiras distintas, ora vejamos:

-> Instalar pela consola: Nada tão simples do que um #netpkg software. Certamente este comando faz lembrar o apt-get (das distribuições baseadas em Debian) ou um yum (para distros baseadas em Red Hat). Quando usado este comando, surge sempre a pergunta se queremos instalar, fazer o download ou desistir.. bastante prático… Não esquecer também ele trata também das dependências envolvidas.

-> Instalar pelo software próprio: tal como acontece com o Debian (e seus derivados, o uso do Synaptic), o Zen tem o seu software próprio para instalar o software adicional, software esse que tem o nome de Netpkg. Aqui podemos instalar/remover software e actualizar todo o sistema.

-> Podemos instalar a partir do código fonte, compilando e instalar depois (um dos métodos clássicos em Linux)

-> Instalar um pacote .tgz através de um comando: #installpkg pacote

Como podem comprovar, a instalação de novos software é bastante prático, lembrando outras distribuições.

Se o utilizador possuir um disco externo formatado em NTFS, fica desde já a saber que o sistema monta-o automaticamente com permissão de leitura, escrita e execução. Quem diz para discos externos, diz também para partições NTFS no mesmo disco, caso o leitor tenha feito dual boot.

Conclusão:

Se o leitor gosta de uma distribuição limpa de software, leve, estável, considere Zenwalk com o uma boa aposta. Poderá sentir um pequeno choque inicial (sobretudo se nunca usou o XFCE), mas depois pode comprovar que é um sistema bastante prático.

Eu recomendo, a você caro(a) leitor(a), a experimentar a usar o Zen… Se não quiser instalar o sistema, pode usar o LiveCD, assim pode ver as maravilhas desta distro sem perder um único dado que seja do seu disco rígido… Fica aqui a sugestão.

Fim à vista? ( e não fim ao vista xD )

Parece que o meu animal do gelo (conhecido por tux) está a dar as ultimas cartadas preparando-se assim para “hibernar” por um período indeterminável… Será do trabalho do desgraçado? Será porque a época do frio começa já a acabar? Sinceramente não percebo…

Custará muito realizar um pedido para escrever no disco externo formatado em ntfs?
Custará muito fazer um comandozeco para executar determinada tarefa?
Teria ficado chateado por eu ter ido à “janela” e ter mandado uns tirinhos em Americas Army?

Vá ver animal do gelo, ver se te colocas na ordem e tiras essa ideia triste de “hibernares” numa altura destas…

Instalar placas gráficas Nvidia em Debian

Depois de andar as “cabeçadas” com uma coisa tão simples de fazer, decidi colocar aqui um tutorial de como instalar uma placa gráfica NVIDIA em Debian (este processo da para outras distros).

Para fazer este tutorial usei o Debian Stable.

Vamos la a isto:

01. Vamos verificar a versão do nosso kernel

uname -r

02. Instalar os pacotes necessários para a compilação do driver:

aptitude install linux-headers-`uname -r` build-essential

Substituir o `uname -r` pelo resultado do comando do primeiro passo

03. Ir ao site da nvidia e fazer o download do driver. Faça o download para a sua /home (mais fácil de localizar depois).

04. Após o download do driver, carregamos simultaneamente em ALT+CTRL+F1para entrar no modo texto

05. Logamos como root e vamos parar o ambiente gráfico:

/etc/init.d/gdm stop

Se estiver a usar KDE, o comando seria: /etc/init.d/kdm stop

06. Procuramos o nosso ficheiro e começamos a instalar:

cd /home/utilizador/
sh driver.run

Quando questionado por procurar um kernel no ftp.nvidia opte por não, e no final permita que o instalador modifique o /etc/X11/xorg.conf automaticamente.

07. Iniciamos o ambiente gráfico:

/etc/init.d/gdm start

Se aparecer o logo da nvidia, é porque já temos o nosso driver instalado

08. Apesar do driver já estar instalado, é necessário a inserção de opções extras no xorg.conf:

sudo nvidia-xconfig –composite
sudo nvidia-xconfig –render-accel
sudo nvidia-xconfig –allow-glx-with-composite
sudo nvidia-xconfig –add-argb-glx-visuals

Note que depois do xconfig são 2 traços ( – – ) seguidos. O wordpress junta-os parecendo só um.

09. Reinicie o computador e ficamos com a nossa gráfica instalada.


Outubro 2020
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